DATA EXTRA GOTA D'ÁGUA: 25 DE MAIO | COLISEU DE LISBOA
O espectáculo Gota D’Água, musical de Chico Buarque e Paulo Pontes é um sucesso extraordinário e novas datas surgiram em diversas localidades: data extra, nas Caldas da Rainha (12 de Maio), data extra na Figueira da Foz (17 de Maio).
A Mandrake tem o prazer de anunciar o final da digressão com um espectáculo memorável no Coliseu dos Recreios, dia 25 de Maio. Assim, depois de várias sessões esgotadas no Centro Cultural de Belém, Lisboa volta a receber o musical de Chico Buarque, desta vez numa sessão extraordinária no mítico Coliseu dos Recreios.
É uma das vozes mais importantes do continente africano, mas é a universalidade que faz dela uma artista de eleição. Rokia Traoré em Portugal numa produção Mandrake.
Rokia Traoré alcançou, definitivamente, um estatuto só ao alcance dos artistas mais prodigiosos. Com «Tchamantché», o 4º álbum de originais, a cantora, compositora e guitarrista do Mali arrastou o culto para fora das fronteiras tradicionais da «world-music» e agarrou com elegância a crítica e público de todos os quadrantes.
A música de Rokia Traoré, sublime na sua transversalidade, não se limita aos ritmos tradicionais do Mali, vai mais além: o Funk, o Blues, o Jazz e o Rock, são géneros em destaque numa sonoridade original e muito sofisticada. Ao vivo, Rokia Traoré começa lentamente a conquistar a audiência com ritmos jazz para, gradualmente, dar lugar a ritmos mais festivos que facilmente passam do palco para a plateia.
A guitarra eléctrica «Gretsch», a harpa, o «N’Goni» (guitarra maliana), a voz sussurrante, as letras na língua Bambara, os instrumentos clássicos, tudo em perfeita harmonia, criam uma atmosfera fabulosa que não deixa ninguém indiferente e, muito menos, parado.
A festa fica marcada para os próximos dias 27 de Maio, na Casa da Música, Sala 2, no Porto, e 28 de Maio em Lisboa, no Lux. Pela primeira vez, Rokia Traoré apresenta-se em Portugal em concerto próprio e o entusiasmo é enorme para ver e ouvir esta genial intérprete, tantas vezes elogiada pelo seu conterrâneo Ali Farka Touré.
Depois do estrondoso sucesso da Ópera do Malandro, a Mandrake apresenta Gota D’Água, outro grande musical de Chico Buarque.
Em 1975, Chico Buarque e Paulo Pontes adaptaram a tragédia «Medeia» de Eurípedes à realidade brasileira, uma realidade dominada pela censura federal e repressão ideológica. A carga poética emocionou crítica e público e o musical tornou-se num sucesso sem precedentes. Passados 30 anos, o espectáculo volta a encher plateias com uma abordagem contemporânea, uma linguagem moderna e com novos arranjos musicais.
Joana é uma mulher corajosa e batalhadora que vive nos subúrbios de uma grande cidade brasileira, mais concretamente na Vila do Meio-Dia. Certo dia é abandonada pelo marido que a troca por uma mulher muito mais jovem e rica, filha de Creonte. Joana fica destroçada pela dor da traição, enquanto Jasão, o ex-marido, vive dias de felicidade ao lado da bela Alma, desfrutando do enorme sucesso do samba Gota D’Água, que não pára de passar nas rádios da cidade.
Cláudio Lins, actor bem conhecido do público português, é Creonte. Joana é Izabella Bicalho, uma actriz fenomenal que tem arrecadado prémios atrás de prémios no Brasil pelo seu desempenho neste extraordinário musical, também ele premiado várias vezes. O prémio Contigo, o prémio Shell ou o prémio APTR da crítica carioca, são alguns dos galardões atribuídos a Gota D’Água, um espectáculo imperdível que estreia agora em Portugal.
«O que será (à flor da pele)», «Partido Alto» «Gota D´Água», «Comadre Joana», «Vila do Meio Dia» e «Paó», são alguns dos célebres temas interpretados ao vivo por uma magnífica banda composta por músicos de eleição. Um espectáculo emocionante, magistralmente dirigido por João Fonseca, onde mais uma vez o génio de Chico Buarque volta a estar bem evidente.
Com Fado Mulato, Maria João Quadros conquistou definitivamente o público e a crítica. Agora, com produção da Mandrake, inicia-se uma digressão que terá o seu ponto alto no Coliseu dos Recreios, no dia 28 de Maio.
Maria João Quadros é, há muitos anos, figura de proa no meio fadista. Nos retiros e nas casas de fado, Maria João foi construindo, noite a noite, um prestígio que a coloca actualmente entre as mais importantes figuras do Fado. Foi esse prestígio que permitiu que compositores brasileiros de primeira linha se reunissem à sua volta para fazer um disco de "fados" que juntasse o melhor da canção portuguesa com o melhor da música popular brasileira. Seduzidos pela emissão da sua voz que é absolutamente única e rara, mesmo no meio do fado, e pela sua alma onde o fado é soberano, Ivan Lins, Francis Hime, Zeca Baleiro, Chico César, Olivia Byington, entre muitos outros, deitaram mãos à obra a esta tarefa de fazer fados para uma fadista castiça e verdadeira.
Este encontro tão feliz exige uma celebração. Celebração que congrega a música de Portugal, do Brasil, mas também da música africana, ou não fosse Maria João Quadros natural de Moçambique. Essa celebração ocorrerá no palco do Coliseu dos Recreios, no dia 28 Maio.
Será uma oportunidade rara e irrepetível de assistir, por um lado, ao fado mais verdadeiro, cheio de sangue e alma, herdeiro directo dos grandes nomes do fado com quem Maria João conviveu e, por outro lado, de escutar toda a modernidade que este novo disco anuncia, com instrumentistas modernos, harmonias elaboradas, melodias que, rapidamente, se tornarão em clássicos.
Pelo palco do Coliseu, Maria João passear-se-á pela música de vários países de expressão portuguesa, com especial destaque para Portugal, Brasil, Cabo Verde e Moçambique, consciente que está de que o fado é uma coisa muito séria que não se esgota nas nossas fronteiras mas antes se espraia e reinventa por todo o mundo de língua portuguesa.
Digressão Fado Mulato | Maria João Quadros ao vivo
22 de Maio – Centro de Artes – Sines 28 de Maio – Coliseu dos Recreios – Lisboa 29 de Maio – Casino – Figueira da Foz
Estreia absoluta em Portugal do espectáculo «Amigo é Casa»
Simone, nome maior da Música Popular Brasileira, regressa ao nosso país para uma tournée que passa pelo Porto, Figueira da Foz e Lisboa, desta vez acompanhada pelo talento de Zélia Duncan no surpreendente espectáculo «Amigo é Casa».
Em 2005 deu-se um encontro musical entre duas das melhores vozes brasileiras da actualidade: Simone e Zélia Duncan cantaram e gravaram juntas «Idade do Céu» de Jorge Drexler, tema que integrou o DVD «Simone ao Vivo» nesse ano. Esse encontro provocou reacções muito positivas tanto na crítica como no público e, no ano seguinte, Simone e Zélia foram convidadas a participar no projecto Tom Acústico que encheu salas no Rio de Janeiro e São Paulo.
Esta afinidade e cumplicidade artísticas resultaram num espectáculo especialmente concebido para as duas cantoras. Em Outubro do ano passado nasce «Amigo é Casa», nome inspirado nas palavras de Hermínio Bello de Carvalho e Capiba que a certa altura versam assim: «Amigo é feito casa que se faz aos poucos e com paciência pra durar pra sempre. Mas é preciso ter muito tijolo e terra, preparar reboco, construir tramelas».
«Amigo é Casa» é uma ode ao encontro, ao amor de amigo, sentimento este que nunca foi muito discutido na composição, ao contrário do amor dual, romântico, que permeia todo o cancioneiro brasileiro.
Agora, em Portugal, vamos ter a oportunidade de ver estas duas grandes cantoras brasileiras a interpretar um repertório muito especial, elaborado a pensar nas duas vozes e onde, entre muitas outras canções, podemos ouvir as célebres «Tô Voltando», «Alma», «Encontros e Despedidas» ou «Mar e Lua».
Aproxima-se a passos largos o final do ano e Lisboa prepara-se para se despedir do ano velho e dar as boas vindas ao ano novo. A Praça do Comércio transforma-se no maior salão de festas do país e para abrilhantar a noite foram convidados dois dos maiores nomes da música portuguesa: Sérgio Godinho e Da Weasel.
Com o Cais das Colunas recentemente aberto ao público, a Praça do Comércio apresenta as condições ideais para uma grande noite de estrelas na qual a música portuguesa é a grande atracção. Assim, pelas 22h00 sobe ao palco aquele que é para muitos o grande contador de histórias da música portuguesa: Sérgio Godinho. O autor de «Com um brilhozinho nos Olhos» e «O Primeiro Dia» dá início à festa e, no final da actuação, provavelmente, diremos: «hoje soube-nos a pouco».
Com os ponteiros do relógio a marcarem a meia-noite, Lisboa assistirá a um monumental fogo-de-artifício que iluminará a capital durante 17 minutos. Este fogo, denominado por Big Bang, será lançado nos telhados da baixa pombalina, no «novíssimo» Cais das Colunas e numa barcaça estacionada no Rio Tejo a 250 metros do cais, produzindo um efeito visual nunca antes visto na capital.
30 minutos depois da meia-noite, entram em palco os Da Weasel. A banda de Pac-Man é sobejamente conhecida pelas suas performances ao vivo e nesta noite só podemos esperar um grande concerto. O grupo lançou recentemente o DVD «Ao Vivo no Pavilhão Atlântico» e, devido à grande popularidade dos Da Weasel, o DVD atingiu rapidamente a Platina.
No próximo mês de Dezembro aterra em Portugal um espectáculo do outro mundo. Lisboa foi incluída na digressão mundial de Video Games Live, um acontecimento único capaz de transformar a cidade na capital mundial dos vídeojogos.
Video Games Live não é apenas um concerto, é uma celebração visual e interactiva com uma extraordinária e original componente musical. Uma orquestra sinfónica e um coro interpretam ao vivo os temas que marcaram a história dos vídeojogos desde o seu nascimento até aos nossos dias. Ao mesmo tempo são projectados, num imenso ecrã gigante, filmes compostos pelas melhores imagens dos mais importantes jogos. Um sincronismo impressionante entre imagens e música que não deixa ninguém indiferente, mesmo aqueles que nunca tenham jogado.
É visível o extraordinário crescimento da indústria dos jogos e é no seguimento dessa popularidade planetária que Jack Wall e Tommy Tallarico, autores da maioria das músicas dos mais famosos vídeojogos, tiveram a brilhante ideia de criar um espectáculo que pudesse reunir todos os elementos que fazem dos jogos o entretenimento do século XXI.
A concepção do espectáculo a cargo de Tommy Tallarico tem recebido os mais rasgados elogios e alguma crítica especializada considera Video Games Live uma obra-prima. Tallarico conta com 48 prémios internacionais pelo seu trabalho em 275 vídeo jogos e por isso mesmo tem o seu nome no «Guiness Book of World Records».
Nos dias 6 e 7 de Dezembro vão passar pelo Campo Pequeno em Lisboa os melhores e mais famosos jogos de todos os tempos em mais uma grande produção Mandrake. Video Games Live é definitivamente um espectáculo a não perder!
Super-Gualter perdeu os super-poderes e precisa da ajuda de todos os seus amigos para os recuperar. Becas, Egas, Monstro das Bolachas, Poupas, Rosita, Conde de Contar, entre outros, vão então ensinar ao trapalhão Gualter algumas regras fundamentais para recuperar os poderes milagrosos: terá de dormir bem, praticar exercício físico, alimentar-se saudavelmente, não se esquecer dos hábitos de higiene e promover a entreajuda. Será que o nosso herói conseguirá recuperar os super-poderes?
Ninguém resiste à Rua Sésamo, incluindo os actores e músicos que participam com as suas vozes na versão portuguesa, um elenco de luxo composto por Sérgio Godinho, Nuno Lopes, Henrique Feist, Susana Félix, JP Simões, Tânia Ribas de Oliveira, Paula Oliveira, Filipa Pais, João Nuno Martins e Ricardo Spínola. A tradução e adaptação do texto original ficaram a cargo de Tiago Torres da Silva, assim como a direcção de actores nas dobragens. Paula Oliveira é a directora musical.
A grandiosidade da Rua Sésamo ao vivo deslumbra os mais pequenos mas os pais não ficam menos surpreendidos, em diversos estudos realizados nos Estados Unidos verifica-se que a Rua Sésamo é o programa favorito das mães.
Há 28 anos em digressão, esta gigante companhia norte-americana colecciona prémios atrás de prémios e arrasta com ela uma produção impressionante composta por 25 técnicos, 23 actores, 10 especialistas em entretenimento para tratar do som, palco, iluminação, figurinos, cenários e textos. Todo o equipamento chega a Portugal via marítima e posteriormente serão necessários três camiões TIR para transportar cerca de 40 toneladas de material. Para descarregar, montar, assistir e desmontar o espectáculo vão estar em acção 15 assistentes de palco.
Em 1989 a RTP estreava entre nós a mais popular série infantil alguma vez vista em Portugal. Baseada no modelo original norte-americano, a Rua Sésamo conquistou as crianças do mundo inteiro através de personagens que nunca esqueceremos. Ainda está bem fresca na nossa memória a descontracção do Poupas, sempre à procura de algo para fazer; o Ferrão, sempre a reclamar com tudo e com todos; o Becas e o Egas, amigos inseparáveis; e o monstro das bolachas que comia biscoitos como se não houvesse amanhã. Estas e outras personagens permanecem para sempre no nosso imaginário e agora estão a conquistar uma nova geração, uma geração de crianças encantadas com os fantásticos bonecos.
Para o ressurgimento deste fenómeno é fundamental o espectáculo que a Mandrake apresenta em Portugal no próximo mês de Novembro. Uma super-produção norte-americana que já foi vista por mais de 50 milhões de pessoas, um espectáculo em digressão pelo mundo inteiro que esgota as plateias por onde passa.
E quem não se lembra da música:
«O Sol nasceu, como está lindo o céu, cá vou eu, vem daí tu também, aprender como se vai até à Rua Sésamo… vem brincar, traz um amigo teu…»
Está de regresso um dos maiores compositores de Jazz de todos os tempos. Ornette Coleman traz a Portugal o concerto baseado no seu mais recente trabalho «Sound Grammar», obra-prima absoluta que lhe valeu um Pulitzer em 2007.
Em 1958, com o álbum de estreia «Something Else», Ornette Coleman mostrou ao mundo uma nova abordagem e nunca mais o jazz seria ouvido da mesma maneira. Alguns críticos chamaram-lhe «free jazz», mas Coleman rejeitou a definição argumentando que a sua música requer demasiada preparação para lhe chamar «Free».
45 discos depois, Ornette Coleman recebe o «Grammy» de carreira, o mais alto galardão oferecido a um músico. Para além desta honrosa distinção, Coleman ainda recebeu o prémio «Living Legend» em Washington e a «Texas Medal of the Arts» no Texas. Na última cerimónia da entrega dos Prémios Jazz 2007 em Nova Iorque, o virtuoso americano recebeu mais 4 prémios: álbum do ano, músico do ano, melhor ensemble e alto saxofonista do ano.
A crítica e público aplaudem entusiasticamente cada trabalho de Ornette Coleman e os seus concertos são sempre inesquecíveis. Em Portugal faz-se acompanhar por Tony Falanga no baixo, Denardo Cohen na bateria e no baixo eléctrico vai estar Al Macdowell, um ensemble de luxo com destaque para a presença do seu filho Denardo.
Ornette Coleman é um génio, a sua música continua a quebrar barreiras e cada actuação é uma nova forma de ouvir jazz. Em Lisboa vai actuar na Aula Magna a 5 de Novembro, no Porto o concerto está marcado para o Coliseu no dia 7 de Novembro.
Omara Portuondo, a voz mais popular de Cuba, regressa ao nosso país para celebrar 60 anos de carreira devidamente assinalados com um belíssimo disco. «Gracias» é o mais recente trabalho de Omara Portuondo, um álbum que conta com a participação de alguns nomes ilustres como Pablo Milanés, Chico Buarque, Avishai Cohen, Chucho Valdés, Jorge Drexler, Richard Bona, entre outros.
A Diva, celebrizada no documentário de Wim Wenders «Buena Vista Social Club» ao lado de artistas excepcionais como Compay Segundo, Ibrahim Ferrer, Rubén González e Eliades Ochoa, aproveita esta digressão muito especial para interpretar as canções da sua vida, as canções que sempre quis cantar e que por uma ou outra razão nunca foi possível que tal acontecesse.
Omara Portuondo terá sido o segredo mais bem guardado pelo regime de Fidel. Só nos anos 90 e com o referido «Buena Vista Social Club» é que o mundo pôde observar o talento desta artista, apesar de em Cuba já ser considerada um mito e ter cantado ao lado de Nat King Cole e Edith Piaf. Omara tem uma voz intensa, macia e emotiva. É uma delícia ouvir cantar esta senhora que vai estar em Portugal no próximo mês de Outubro em mais um grande concerto produzido pela Mandrake.
Muitas são as companhias que apresentam espectáculos por esse mundo fora, mas poucas manifestam esta extraordinária capacidade de emocionar o público. Nomeados artistas para a paz pela UNESCO, estes músicos, bailarinos, cantores e acrobatas têm um talento raro e as suas interpretações deixam o público incrédulo.
Depois de ter estado em mais de 40 países e ter arrebatado as plateias mais famosas do mundo, desde o mítico La Scala, em Milão, ao Carnegie Hall, em Nova Iorque, a famosa «China Disabled People’s Performing Art Troupe», companhia que integra um elenco excepcional, chega finalmente a Portugal.
My Dream é um espectáculo no qual mais de 50 artistas mostram um talento inigualável em diferentes áreas. Com cenários deslumbrantes, coreografias originais e interpretações magníficas, a companhia mostra em palco alguns números surpreendentes, como a famosa «Deusa dos mil braços» (Avakijutesvara Bodhisattva), um exemplo de sincronia perfeita com um impacto visual extraordinário.
A qualidade artística de My Dream é universalmente reconhecida e são muitas as personalidades a elogiar a companhia chinesa, entre elas, está o norte-americano Al Gore, premiado com o Nobel da Paz: «…estes artistas partilham um tremendo espírito de Humanidade. O seu poder artístico tem inspirado milhões de chineses e agora preparam-se para fazer o mesmo com o resto do mundo.»
Bobby McFerrin estará em Portugal para apresentar o seu último espectáculo que tem impressionado e esgotado plateias em todo o mundo. O músico nova-iorquino tem uma carreira invejável, repleta de êxitos, colaborou com alguns dos melhores músicos de jazz do mundo, tais como Chick Corea e Herbie Hancock. A proximidade com os comediantes Bill Cosby e Robin Williams em determinada fase da carreira contribuiu para que Bobby McFerrin divirta as plateias como se de um actor se tratasse. Mas Bobby McFerrin não é actor. Bobby McFerrin é músico, domina a linguagem do jazz como poucos, a sua voz é o seu principal instrumento, editou discos pela prestigiada Blue Note e é autor do célebre «Don’t Worry be Happy». Bobby McFerrin é Bobby McFerrin.
Bobby McFerrin é naturalmente uma das maravilhas no mundo da música, 10 vezes premiado com o Grammy, o artista é, sem dúvida, o mais conhecido vocalista do mundo face à sua capacidade de improviso. Com o espectacular número de 20 milhões de cópias vendidas, Bobby McFerrin conquista as audiências com a sua genialidade e inesgotável talento, cruzando o jazz com a música clássica, passando pela pop, world-music, folk e até capella.
O músico dá o seu primeiro concerto em Lisboa no Coliseu dos Recreios a 12 de Maio, e no dia seguinte viaja para o Porto onde se apresenta na Casa da Música, ou seja, a 13 de Maio.
Bobby McFerrin no New York Times
«Bobby McFerrin é um fenómeno musical que parece estar em constante processo de mutação entre a música clássica e a música jazz. Ele usa a sua extraordinária habilidade vocal para se tornar num «One Man Show». A sua imagem de marca é um entusiasmo contagiante. Independentemente do tipo de música com que ele nos presenteia ou simplesmente testemunha ele entrega-se completamente com o seu sorriso sincero que desafia qualquer audiência a divertir-se com o espectáculo tanto como ele próprio se diverte. Seja Mozart ou Gershwin, é indiferente. Temos simplesmente de ouvir e sentir, deixando-nos envolver.»
«Aqui o jazz é desconstruído para depois ser reconstruído numa sonoridade maravilhosa. Mágico.» Oxford Times
Num regresso há muito aguardado, o pianista norueguês Tord Gustavsen faz-se acompanhar em Portugal pelo baixista Harald Johnsen e pelo baterista Jarle Vespetad.
O Jazz contemporâneo deste trio tem impressionado os críticos, que não hesitam em considerar o grupo como uma das grandes revelações da década. Tord Gustavsen traz na bagagem os seus últimos trabalhos, «Changing Places», «Ground» e o mais recente «Being There», trilogia marcada por uma sonoridade minimalista, capaz de transportar o ouvinte para universos oníricos onde as palavras dão lugar a notas musicais.
Ao vivo, o espectador poderá presenciar a mestria da interpretação e absorver melodias de rara beleza. Quando o concerto terminar não quererá voltar à terra.
Antes de ter uma carreira em nome próprio, Tord Gustavsen já era uma importante figura na cena jazz escandinava. Tord integrou projectos com alguns dos melhores intérpretes noruegueses como Silje Nergaard, Siri Gjære, Kristin Asbjørnsen e Maria Roggen. A história do jazz ganha outra dimensão com a criatividade de Tord Gustavsen e a sua música acaba por, inevitavelmente, atravessar fronteiras. Hoje é considerado pela crítica a grande revelação do jazz contemporâneo.
Harald Johnsen – Contrabaixo
Herald é um músico multifacetado dentro do panorama jazzístico norueguês e tanto domina o be-bop e cool jazz como integra projectos mais arrojados de «avant-garde». Herald Johnsen tocou com nomes importantes no seu país, tais como Bjørn Johansen, Sigurd Køhn, Christian Reim, Jan Erik Kongshaug e Silje Nergaard. No Tord Gustavsen Trio tem um papel importante não só pela sua influência natural como intérprete de contrabaixo, mas também pela sua presença vocal em determinados momentos da composição.
Jarle Vespetad – Bateria
Jarle Vespatad tem sido uma referência no jazz escandinavo dos últimos anos e a sua experiência tem sido fundamental para o desenvolvimento de projectos importantes como os célebres Farmers Market, Supersilent e Silje Nergaard Band. A sua técnica é reconhecida, domina com facilidade os diferentes ritmos e interpreta com mestria o minimalismo do Tord Gustavsen Trio.
Depois do sucesso da passagem de Toots Thielemans por Portugal, em 2005, a Mandrake tem o prazer de voltar a apresentar o virtuoso da harmónica em palcos portugueses.
Se há um artista que marcou e marca a história mundial do Jazz, ele é Jean Toots Thielemans, músico belga responsável pela introdução da harmónica no Jazz. Mas, curiosamente, a sua primeira paixão foi o acordeão, que toca desde os três anos. O gosto pela harmónica surgiu mais tarde e, no início, apenas como um passatempo. Aliás, o acaso explica uma parte importante da sua história de vida.
Foi de uma forma pouco convencional, ou melhor, numa aposta, que Toots ganhou a sua primeira guitarra, instrumento que aprendeu a tocar com o guitarrista de jazz, Django Reinhardt, o seu grande ídolo, e que domina com arte e mestria. Foi também por acaso, durante a II Grande Guerra, aquando da ocupação alemã, que descobriu os sons do Jazz, música que lhe entrou no ouvido e se lhe colou na pele. E é a partir desta época que a história de Toots Thielemans se cruza com a do Jazz.
Aos 85 anos, Toots Thielemans mantém jovem o talento que faz dele uma das maiores referências da história do Jazz e regressa a Portugal em Março de 2008 para dois inesquecíveis concertos: dia 4, na Casa da Música, no Porto, e dia 6, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
Olivia Byington lançou o seu décimo disco em 2005 em Portugal e só em 2006 no Brasil. Esta ordem não existiu à toa, é que este é o disco mais português da cantora. Em primeiro lugar por ser composto, quase na totalidade, por parcerias da própria cantora com o poeta português Tiago Torres da Silva, depois por recorrer a arranjos do virtuoso guitarrista Pedro Jóia e, por último, por fazer uma declaração de amor a Lisboa, à luz de Lisboa, aos amores de Lisboa, a tudo aquilo que Olívia ama nesta cidade no tema “Até Lisboa”.
Agora, Olívia faz o percurso contrário: depois de lotações esgotadas durante catorze semanas no Teatro Laura Alvim no Rio de Janeiro e de uma grande digressão que passou por São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Belo Horizonte, e que ainda passará ´por Paris, a cantora traz o espectáculo “A vida é perto” a Lisboa. E trá-lo ao Teatro Mundial porque este é um espectáculo que, como o nome indica, precisa de estar perto das pessoas, porque este não é bem um espectáculo, é um segredo, uma confissão, uma confidência…
O Teatro Mundial é um teatro pequeno, intimista, um Teatro que só agora ganha a música, primeiro com Seu Jorge, agora com Olívia, e em Abril com Tord Gustavsen.
O público entra no teatro pelo camarim da artista, onde os objectos o convidam a entrar no universo de Olivia. Quando deixa o teatro, esse mesmo público sai com a sensação de ter passado uma noite na sala de estar de Olívia Byington, ouvindo as suas canções, as suas estórias, os seus fracassos e as suas vitórias, tudo isto ilustrado por objectos pessoais da cantora, manuscritos de poetas e músicos e, sobretudo, pelas canções, pelas muitas canções que falam tanto dela como as suas próprias estórias.
Por isso, não poderiam estar apenas as parcerias com o poeta português como “Areias do Leblon” ou “Por dentro das canções”, era necessário que os outros muitos parceiros que com ela fizeram música, com ela dividiram o palco, com ela construíram uma carreira de um prestígio inquestionável, também estivessem presentes. Por isso estão lá “Anos dourados” e “Modinha” de Tom Jobim. Por isso as belas palavras de Geraldo Carneiro e Cacaso, por isso “De que callada manera” de Pablo Milanês. Por isso “Alguém cantando” e “Muito romântico” de Caetano Veloso. Por isso também “Mais clara, mais crua” que Egberto Gismonti fez para o primeiro disco de Olívia e depois perdeu a letra e ficou mundialmente conhecida como “Palhaço”.
O público ri, chora, intervêm, questiona, emociona-se e sai do Teatro com a sensação de que esteve ali a viver um espectáculo mais do que a assistir um espectáculo.
Foi isso que levou Luís Fernando Veríssimo a declarar ao jornal “o Globo” do Rio de Janeiro que “O único problema do espetáculo é que depois de ver e ouvir a Olívia, você custa a voltar para o chão”.
“O maior artista do século XX” In Time Magazine e CNN
É com grande orgulho que a Mandrake informa ter conseguido incluir Lisboa nas cidades por onde passará a Tournée Mundial de Charles Aznavour em 2008. Mais de três décadas depois, Charles Aznavour regressa a Portugal para um concerto único e inesquecível, integrado na sua tournée mundial de despedida dos palcos.
Nome ímpar da canção francesa, Aznavour ultrapassou fronteiras e conquistou fãs nos quatro cantos do mundo. Fãs de Aznavour, o cantor romântico, e fãs de Aznavour, o actor de cinema. A sua obra atingiu tamanha dimensão que a CNN e a revista norte-americana Time não tiveram dúvidas em elegê-lo “Maior Artista do Século XX”, à frente nomes como Elvis Presley, Frank Sinatra, Charlie Chaplin, ou John Lennon.
Agora, aos 83 anos, com mais de mil canções (também em inglês, italiano, espanhol e alemão) compostas e mais de 100 milhões de discos vendidos, o cantor francês sobe ao palco do Pavilhão Atlântico, no próximo dia 23 de Fevereiro, para uma noite única, em que revisita a obra de uma vida e promete emocionar os seus muitos admiradores.
Depois do enorme sucesso da sua passagem por Portugal em Fevereiro de 2007, o actor brasileiro Pedro Cardoso está de regresso com o monólogo “O Autofalante”, e promete 90 minutos de puro divertimento.
“O Autofalante” conta a história de um homem desempregado que sofre uma crise de comunicação com o mundo e passa a falar sozinho. Fica tanto tempo isolado de tudo, sendo ele próprio a sua única companhia, que acaba por se aborrecer de si próprio. Não se suporta mais e já nem sozinho consegue falar. Discute consigo mesmo e resolve não voltar a falar com ele próprio. Absolutamente só, decide "procurar-se” para pedir a si mesmo que interceda por ele – que, entretanto, já se dividiu em duas pessoas. A partir de então, a sua personalidade divide-se em milhares dele mesmo. A aventura passa a ser a tentativa de organizar "todos" numa nova unidade de si mesmo.
Portugal vai receber em Novembro próximo um grande sucesso internacional: “Barbie na Sinfonia”. Inspirado no universo da boneca mais famosa do mundo, foi concebido um inovador espectáculo multimédia que já foi visto por milhões de pessoas. Trata-se de um filme de animação em que a Barbie surge como estrela bailarina, acompanhada ao vivo por uma grande orquestra sinfónica. Ela evolui em várias sequências coreografadas ao som de compositores clássicos, criando momentos de interacção com o Maestro Arnie Roth. O antológico “Quebra Nozes”, de Tchaikosvky, faz parte do repertório de “Barbie na Sinfonia”, que inclui também obras de Beethoven, Dvorak e Mendelssohn.
Além da componente lúdica, este espectáculo apresenta uma vertente didáctica, já que tem por objectivo despertar nas crianças o interesse pela dança e pela música clássica. “Barbie na Sinfonia” proporciona-lhes a experiência inédita de apreciar uma arte de elite enquanto se divertem com um produto comercial de enorme popularidade. Embora seja direccionado para o público infantil, graças ao seu aspecto cultural, o espectáculo tem reunido na plateia espectadores de todas as faixas etárias.
“Barbie na Sinfonia” será apresentado em Portugal com a participação de duas importantes orquestras nacionais. No Coliseu de Lisboa, dias 17 e 18 de Novembro, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, e dia 25 de Novembro, no Coliseu do Porto, com a Orquestra do Norte. Em cada dia serão realizadas várias sessões, acompanhadas por dezenas de actividades paralelas ao espectáculo. Os Coliseus, decorados a rigor para receber os fãs da Barbie, irão transformar-se num mundo mágico onde os sonhos se realizam.
Como a imaginação das crianças é ilimitada, “Barbie na Sinfonia” ultrapassa os contornos de um espectáculo convencional e assume a dimensão de um megaevento. Nos recintos dos Coliseus, será recriado um reino de conto-de-fadas onde a Barbie é rainha e todas as meninas poderão sentir-se como verdadeiras princesas. Jogos, exposições, guloseimas, uma área de fotografia, outro de estética, e muitas outras surpresas, serão oferecidos gratuitamente. Mas os rapazes também têm espaço garantido, com brinquedos, passatempos e prémios pensados de propósito para eles, justamente para que não pensem que este é um acontecimento que só agrada às raparigas. “Barbie na Sinfonia” é uma festa de arte e fantasia, um festival de alegria para toda a família.
«América Brasil», o mais recente trabalho de Seu Jorge, dá o mote para uma digressão que não podia deixar de passar por Portugal, tal é a popularidade do artista no nosso país. A Mandrake tem acompanhado com atenção o percurso do cantor brasileiro e volta a apresentar uma série de espectáculos que percorrerão, em Novembro, as cidades do Porto (dia 1), Estarreja (dia 2), Guimarães (dia 3), Portalegre (dia 9) e finalmente Lisboa, no dia 12.
Seu Jorge traz na bagagem ritmos funk, soul, pop, samba, muito samba e, para a ajudar à festa, o músico faz-se acompanhar de uma banda com 16 elementos, todos eles excelentes instrumentistas que, dificilmente, deixarão o público ficar muito tempo sentado. Seu Jorge pisca um olho à MPB mas é no samba que vai buscar toda a sua inspiração e motivação para compor cada vez mais e melhores canções. Para Seu Jorge não é difícil conciliar Zeca Pagodinho e Stevie Wonder. É no cruzamento de sonoridades e sentimentos que está a verdadeira música de Seu Jorge. Funk e samba nunca soaram tão bem até ao aparecimento de Seu Jorge em 2001 com o disco «Samba Esporte Fino».
A sua música foi sendo cuidadosamente trabalhada e, em 2004, lança no mercado internacional o sublime «Cru», um disco impressionante, que para além de ter sido muito bem recebido pela crítica e pelo público, chegou aos ouvidos de Wes Anderson, conceituado realizador de Hollywood que prontamente convidou Seu Jorge a participar no filme «Um Peixe Fora de Água», ao lado de figuras como Bill Murray, Cate Blanchet e Willem Dafoe. Seu Jorge foi o responsável pela banda sonora e ainda deu uma «perninha» na representação, arte que também domina, não tivesse sido ele «Mané Galinha» em «Cidade de Deus» de Fernando Meirelles. A banda sonora do filme foi um sucesso e os temas de David Bowie interpretados por Seu Jorge receberam os melhores elogios. Começava a ganhar forma um culto na Europa à volta do cantor. O trabalho de Seu Jorge, enquanto actor, teve outro momento alto com o seu papel de Massu no filme «Casa de Areia» de Andrucha Waddington, no qual trabalhou com nomes consagrados como Fernanda Montenegro e Fernanda Torres.
Na carreira de Seu Jorge são muitas as situações em que o cantor colabora com outros artistas e, se antes de actuar em nome próprio fez parte dos Farofa Carioca, depois do seu primeiro disco, em 2001, participou em trabalhos de Marcelo D2, Clube do Balanço, DJ Marcelinho da Lua, Ana Carolina e Olivia Byington. No álbum homónimo «Olivia Byington», lançado em Portugal em 2006, Seu Jorge colabora no surpreendente tema «Na Ponta dos Pés», um samba com letra de Tiago Torres da Silva e música de Olivia Byington.
Seu Jorge cresceu nas ruas do Rio de Janeiro, capital mundial do samba. Ali viveu o ambiente das escolas de samba, dos bailes na favela e da «batucada» popular, experiências que marcaram o cantor e que hoje são parte integrante da maioria dos temas. Assim como Pelé cresceu com a bola, Seu Jorge cresceu com a música. Seu Jorge faz música com o coração. A tristeza neste músico transforma-se em alegria num simples estalar de dedos.
Depois do sucesso alcançado na digressão com Ana Carolina, com quem gravou «Ana & Jorge», um disco «Live», Seu Jorge está de regresso aos palcos na primeira pessoa. Para além da apresentação do novo álbum, poderemos sempre contar com a interpretação dos temas que já fazem parte da história da nova música brasileira, tais como «Carolina», «Mania de Peitão», «Te Queria», «Hagua» «Tive razão», entre muitos outros.
PILOBOLUS DANCE THEATRE Artistas que combinam o fantástico talento acrobático com o melhor da dança contemporânea.
Pilobolus é actualmente a companhia de bailado Norte-Americana com maior influência internacional contando já com mais de três décadas a fazer da dança o mais forte testemunho do seu estatuto artístico. As coreografias colectivas e de equilíbrio são o processo que deu a estes artistas a pouco tradicional mas poderosa combinação de extraordinárias competências acrobáticas.
O seu brilhantismo e longevidade têm sido reconhecidos e aclamados por nomes tão conhecidos como Oprah Winfrey ou Johnny Carson e instituições como a Academia de Óscares de Hollywood que privilegiou a cerimónia deste ano com a performance destes acrobatas.
Pilobolus tem recebido os mais prestigiados prémios e elogios incluindo o Prémio da Crítica de Berlin e o Primetime Emmy Award, sublinhando a excelência e criatividade das suas coreografias, irresistíveis pelo cruzamento entre a ginástica, o humor e a dança.
OUTUBRO 19 - BRAGA - Theatro Circo | T: 253 203 800 23 - LISBOA - Coliseu dos Recreios | T: 213 240 585 25 - SANTA MARIA DA FEIRA - Europarque | T: 256 370 222 26 - FIGUEIRA DA FOZ - CAE | T: 233 407 200
“Uma companhia mediática que arrasta multidões”In Público Julho 2007 “Strength. Flexibility. Lightness. Sensuality. Wonder.”In Courier Journal “One of the world’s most popular modern-dance troupes... famous for its wit and sensuality.”In The New York Times “Combinam movimentos acrobáticos, coreografias desafiadoras da capacidade física dos bailarinos e humor”In Público Julho 2007 "A troupe of incredibly talented dancers, appearing human in form, who transcend the limits of mortal movement"In The Virginian-Pilot “Pilobolus is a mind-blowing troupe of wildly creative and physically daring dancers who leap, fly, intertwine and break all the rules… audiences should expect the unexpected with Pilobolus."In NYC Newsday
Após uma temporada de consagração no Blue Note, em Nova Iorque, GAL COSTA regressa a Portugal para uma série de concertos com um formato especial. A cantora baiana, que muitos especialistas consideram “a melhor voz da música brasileira”, vai estar acompanhada apenas pela guitarra do reputado Luís Meira, apresentando um espectáculo ainda inédito no nosso país. É a diva de sempre, mas com um novo brilho.
No repertório, GAL COSTA traz uma cuidada selecção de clássicos da Música Popular Brasileira que marcaram diversas fases da sua carreira. Temas célebres de compositores de culto como Dorival Caymmi, Ary Barroso, Chico Buarque e Caetano Veloso, além do indispensável mestre Tom Jobim, estão presentes no show intimista que a cantora apresentará em várias cidades portuguesas.
São os mesmos que fizeram as delícias do exigente público norte-americano que em 2006 aplaudiu GAL COSTA no mítico clube de jazz Blue Note, referência de prestígio musical em todo o mundo. O resultado desse encontro ficou registado no CD “Live at the Blue Note” que a revista “All About Jazz” já considerou “um dos 5 melhores álbuns de jazz vocal do ano”.
Neste concerto acústico que em Junho chega a Portugal, GAL COSTA mostra que depois de passar 40 anos a cantar, a sua capacidade vocal continua no auge. Conforme referiu o crítico Jon Pareles no “New York Times”, ela “faz flutuar as suas canções como se a gravidade deixasse de existir” e promove “clássicos brasileiros cantados com pureza e sabedoria”.
Tangos e Tragédias é um clássico do Teatro Brasileiro que está em cena há mais de 20 anos. É um espectáculo de humor extraordinário que já foi visto por mais de um milhão de pessoas. Já percorreu grande parte do Brasil e da América Latina, apresentando uma vasta carreira pelos festivais Internacionais de teatro. Foi eleito pelo público o Espectáculo de Honra da edição de 2003 do Festival de Teatro de Almada. A história centra-se em dois personagens: Maestro Plestkaya e o Violinista Kraunus, artistas vindos de um país imaginário chamado Sbórnia, e ao longo de uma hora e meia podemos contar com a comédia e a espectacular interpretação destes dois actores num texto de grande inspiração que, para além de toda a acção, ainda brindam o público com músicas do folclore sbordiano, canções brasileiras e sucessos da pop internacional. FEVEREIRO 21 a 25 LISBOA | Teatro Tivoli MARÇO 01 BEJA | Pax Julia Teatro Municipal 02 SINES | Centro de Artes de Sines 04 BRAGA | Theatro Circo 06 LAGOA | Auditório Municipal 08 MOITA | Forum Cultural José Manuel Figueiredo 09 VILA REAL | Teatro de Vila Real 10 ESTARREJA | Cine Teatro de Estarreja
PREÇÁRIO TEATRO TIVOLI 21h30 Plateia 25,00 € Frisas 25,00 € 1ºbalcão frente 20,00 € 2ºbalcão frente 17,50 € 1ºbalcão lateral 15,00 € 2ºbalcão lateral 15,00 € Camarotes 15,00 €
Chega a Portugal depois de um estrondoso sucesso no Rio de Janeiro. A peça conta a história de um homem desempregado que sofre uma crise de comunicação com o mundo e passa a falar sozinho. Fica tanto tempo isolado de tudo, tendo sempre somente a si mesmo como companhia, que acaba por se aborrecer de si próprio. Não se suporta mais e nem mais sozinho consegue falar. Discute consigo mesmo e resolve não voltar a falar com ele próprio. Absolutamente só, decide "procurar-se” para pedir a si mesmo que interceda por ele - que agora já se dividiu em duas pessoas. A partir de então, a sua personalidade divide--se em milhares dele mesmo. A aventura passa a ser a tentativa de organizar "todos" numa nova unidade de si mesmo Teatro A BARRACA | 07 a 16 de Fevereiro | 21h30
O QUE É? > Humor da melhor qualidade, sofisticado, inteligente, crítico, ácido, contemporâneo > Espectáculos que fogem da vulgaridade e se distanciam do mainstream > Projectos nacionais e internacionais com grandes actores e excelentes textos.
A MANDRAKE tem para oferecer 2 entradas duplas para o concerto de Herbie Hancock Quartet no Coliseu de Lisboa na próxima quinta feira 16 de Novembro às 21h30.
Para ganhar tem de responder acertadamente à seguinte questão: Como se chama o famoso saxofonista que esteve recentemente em Portugal e é amigo de pessoal de Herbie Hancock?
A resposta deve ser feita em comment, no Blog, até ao meio dia de 16 de Novembro. Os vencedores serão notificados por e-mail (pff, deixe o seu e-mail juntamente com a resposta).
Herbie Hancock em Portugal: 16Nov - Coliseu de Lisboa | 18Nov - Casa da Música
É já nos próximos dias 16 e 18 de Novembro que os palcos do Coliseu em Lisboa e da Casa da Música no Porto recebem de braços abertos um dos maiores ícones do Jazz - Herbie Hancock.O pianista e compositor norte-americano, considerado um dos maiores do mundo, visita o nosso país acompanhado de um grupo de luxo.
Nasceu no Benim, formou-se na “Berklee College of Music" em Boston 1999.Em 2001 foi a uma audição no Thelonious Monk Institute Of Jazz, e foi o escolhido do júri do qual fazia parte Herbie Hancock.Em 2002 entrou para a banda de Terence Blanchard’s, gravou um álbum pela conhecida Blue Note e rapidamente tornou-se uma peça importante da cena Jazz.
Nathan começou a trabalhar quando o seu professor de música na Universidade da Califórnia em San Diego, sugeriu que East já tinha as bases suficientes para começar a fazer uma carreira musical e partir para Los Angeles em busca de palcos para mostrar tudo o que sabia fazer.O talento de East rapidamente ficou conhecido em L.A., e os convites de trabalho não pararam. Fez sessões com Lionel Richie e Kenny Loggins. Andou em digressão com Loggins e Eric Clapton. Em 1990 foi convidado para fazer parte de uma banda formada por Bob James, Lee Ritenour e Harvey Manson – os Fourplay- desde então a banda tem vendido milhares de discos dos 4 álbuns gravados sempre na liderança das tabelas de vendas, e com várias nomeações para os Grammy.
Vinnie nasceu na Pensilvânia, começou a tocar bateria em criança e recebeu como presente dos pais a sua primeira bateria a sério quando fez 14 anos.Depois de ter frequentado a Berklee College of Music em Boston, durante um ano, partiu para Los Angeles e depois de uma bem sucedida audição para integrar a banda de Frank Zappa, Colaiuta passou a ser o seu baterista principal durante dez anos.Vinnie trabalhou com uma vasta lista de nomes da música rock e pop, Joni Mitchell, Barbra Streisand, Faith Hill e Sting. Tocou também com vários nomes ilustres do Jazz Chick Corea, Quincy Jones, The Buddy Rich Big Band e Buell Neidlinger.Colaiuta já ganhou 18 prémios para a categoria “Baterista do Ano” e é reconhecido como o baterista mais importante dos nossos tempos.
Datas da Tournée 7/11- Malaga, Espanha 8/11- Saragoça, Espanha 10/11- Basel, Suiça 11/11- Londres, Inglaterra 12/ 11- Manchester, Inglaterra 13/11- Gatehead, Inglaterra 15/11- Bruxelas, Bélgica 16/11- Lisboa Portugal - Coliseu dos Recreios 17/11- Salamanca, Espanha 18/11- Porto, Portugal - Casa da Música 21/11- Madrid, Espanha 23/11- Barcelona, Espanha 24/11- Berlim, Alemanha 25/11- Groningan, Holanda 26/11- Erlangen, Alemanha 28/11- Leipzig- Alemanha 10/12- Nápoles, Itália 12/12- Utrecht, Holanda
Herbie Hancock um dos mais consagrados pianistas do mundo regressa a Portugal em formato quarteto para dois concertos: no Coliseu de Lisboa a 16 de Novembro, e na Casa da Música no Porto a 18 de Novembro.
Esta série de concertos representa um momento muito especial e imperdível, para os amantes do Jazz e da boa música em geral.
Reconhecido mundialmente como um dos maiores expoentes do Jazz, Herbie Hancock é considerado um dos grandes mestres no estilo. Tocou ao lado de importantes músicos, com destaque para a sua colaboração com Miles Davis nos anos 60, quando integrou o quinteto que acabaria por se tornar antológico na História do Jazz. Uma década mais tarde, depois de deixar a banda de Miles, Hancock formou um projecto próprio: The Headhunters, com maiores aproximações à tradição popular afro-americana, e com uma sonoridade bem mais acessível ao grande público. Um enorme sucesso, alternando experimentações pelo electrofunk com pitadas do mesmo espírito do The Miles Davis Quintet.
Poucos artistas na indústria musical conquistaram mais respeito e foram mais influentes do que Herbie Hancock. A sua discografia inclui discos voltados exclusivamente para o Jazz, bem como algumas incursões, bem sucedidas, pelo Fusion, Funk e Música Clássica. Poucos pianistas têm ou tiveram uma carreira tão fecunda como a de Hancock, que já atravessa cinco décadas e continua a impressionar plateias sempre repletas sem nunca cessar de expandir a visão do público sobre os novos caminhos da música que procura trilhar.
Miles Davis referiu na sua autobiografia, “Herbie era o passo à frente de Bud Powell e Thelonious Monk, e ainda não ouvi mais ninguém que estivesse à frente dele.”
“Voltei a pegar no violão e encontrei um novo parceiro. Foi esta a origem deste disco todo composto por mim. No princípio, estava às voltas com músicas de outros compositores, criando maneiras diferentes de interpretá-los e inventando introduções. Daí, novas melodias começaram a me assombrar, convite a um mergulho profundo na minha musicalidade. Durante um tempo já não dormia porque elas me tiravam o sono, invadindo como perfume, dando voltas e piruetas repetidas nessas vigílias. Tornar a compor foi puxar o fio das melodias que existem aos novelos dentro de mim, foi regar as sementes e ver crescer as flores do meu jardim. As letras do Tiago Torres da Silva me ajudaram, sinalizando o caminho. Minha voz gosta de intervalos grandes e saltos e é também brincando com ela que eu a componho.
Cantar é bom, me dá prazer. Cantar minhas músicas é ainda melhor.
Compus estas doze músicas em tempos diferentes. Umas, em uma noite, outras levaram 20 anos, como no caso de Balada do Avesso com Geraldo Carneiro.
Todo Par com Marcelo Pires demorou menos, só 8 anos. Já a parceria com o português Tiago Torres da Silva foi mais explosiva, resultado da minha paixão por Portugal nestes últimos anos.
Dei o meu nome a este CD que traz em si minhas verdades traduzidas em ritmos e melodias de várias inspirações em toda a música que me rodeou a vida inteira”.